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Edilson Morais

Formou em 2011 o Trio Mercosür Electropercusión com o uruguaio Daniel Márquez e o argentino Carlo Seminara.

Em 2010 passou a integrar o Grupo Sertão.

Em 2008, viajou em turnê por Portugal e Espanha com o "Quarteto Corda e Canto", formado por Pedro Braga e Luiz Chaffin nos violões, e a cantora Maria Eugênia.

Desde 2007, estuda no Uruguai com Daniel Tatita Márquez e Miguel Garcia, ambos mestres de Candombe.

No ano de 2007, ministrou a oficina de percussão do VIII Canto da Primavera de Pirenópolis-GO, ao lado de nomes como Daniel Santiago, Thiago do Espírito Santo, Kiko Continentino, e muitos outros músicos.

Em julho de 2007, participou de oficinas de ritmos do leste europeu, com o grupo Hands On’Semble (USA), e de música indiana com Poovalur Sriji (Índia).

Compôs uma dezena de trilhas para teatro e gravou inúmeras para filmes junto a Guilherme Vaz (O Veneno da Madrugada/2004/Ruy Guerra).

Desde 2002 estuda com Gustavo Di Dalva (Gilberto Gil).

A partir de 1999, com o Grupo Solo Brasil, viajou em turnês internacionais por mais de 20 países, incluindo Marrocos, México, Jamaica, Cuba, Alemanha, Bahamas, Portugal, França, Nicarágua, Costa Rica e em importantes festivais mundiais, a exemplo do Vienna Jazz Festival, Cumbre Tajin 2000, Hannover Expo 2000 e muitos outros.

Em Goiás, já emprestou seu talento ao trabalho de diversos artistas, a exemplo de Maria Eugênia, João Caetano, Pádua, Grupo Solo Brasil, Marcelo Barra, Fernando Perillo, Doma da Conceição, Juraíldes da Cruz, Canto da Gente, dentre outros.

Em 1993, professor de bateria, Orquestra Filarmônica de Goiás e do grupo de percussão da mesma Orquestra, para o qual compôs várias obras.

Em 1991, teoria musical e harmonia, percussão erudita e bateria no Centro Cultural Gustav Ritter (1991-1994) e com Eduardo Gianisella (UNESP) em São Paulo. 

 

Informações disponibilizadas pelo próprio artista.

 



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