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O Projeto

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Projeto Cultural Flores de Goyá

Um espetáculo de Artes integradas

 

Flores de Goyá é um projeto cultural de artes integradas. Um palco mágico da arte. Projeto independente, idealizado pela engenheira e produtora, a compositora Tainá Pompêo, tem como protagonista a música (MPB) e convida outras formas de manifestações artísticas, como artes plásticas, poesia, cinema, que se mesclam com magia e paixão em um único espetáculo. 

 

Em 13 de dezembro de 2012, o "Flores de Goyá" lançou, em Goiânia, um espetáculo histórico que se tornou um verdadeiro marco na cultura goiana. O Espetáculo " I Flores de Goyá " encantou o público em uma noite de arte repleta de inovações e marcada por uma produção de qualidade singular, em que música, poesia, artes plásticas e cinema se mesclaram de forma doce e criativa emocionando e surpreendendo o público ali presente, que superlotou o local do show. Quem assina a Direção Artística do evento é a produtora Tainá Pompêo. O Espetáculo "Flores de Goyá" se tornou uma referência em qualidade artística.

 

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Com o intuito de promoção e incentivo cultural, o Flores de Goyá inaugurou, em dezembro de 2012, o Portal Cultural Flores de Goyá (www.floresdegoya.com.br). Nesse website, pode-se acompanhar as exposições relacionadas ao projeto Flores de Goyá (shows e acervo artístico), discografias, agenda, músicas, downloads, vídeos e, em breve, venda de CDs e muito mais.

 

Como abre-alas deste projeto, surgiu o CD Flores de Goyá, que foi lançado em outubro de 2012. Em si, o CD e seu livreto de encarte representam um trabalho de artes integradas, incluindo a música, as artes plásticas e a poesia. Ele foge do formato quadrado, padrão dos encartes de CDs, se tornando, como diz a compositora, um livro de poesia e artes plásticas musicado. Parte das canções fala de belezas naturais e de tradições do cerrado goiano, como, por exemplo, a canção intitulada Pirenópolis, terra natal da família da compositora.

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Uma viagem pelo CD FLORES DE GOYÁ - I:

 

Da água ao fogo, passando por serras,

flores e quedas de cachoeiras!

Das tradições das cidades históricas, aos caprichos

de capitais Brasil afora!

Do rio ao mar. De Goiás à Bahia. Do baião ao axé! 

 

Do Azul ao Vermelho, do sambinha ao rock.

Das belezas de Pirenópolis à dor e vergonha da corrupção

em Homens de Palha!

Da MPB em paisagens aquareladas...

Uma apaixonante viagem entre sons e cores,

CD Flores de Goyá - I (edição 2012).

 

A poesia se manifesta nas letras das canções e, também, por meio de um poema, do livro Cristais Sonoros, posteriormente musicado, do grande conferencista, orador e poeta, membro da Academia Goiana de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, ex reitor da Universidade Federal de Goiás, Professor Jerônimo Geraldo de Queiroz (in memoriam). 

 

As artes plásticas, por sua vez, estão presentes em cada canção. O admirado artista plástico goiano Amaury Menezes, parceiro e grande incentivador deste projeto, pintou uma aquarela especificamente para cada canção do CD, baseando-se na poesia da música. Além destas, Amaury criou, também, as lindas Aquarelas Flores de Goyá, cada uma representando uma das “flores” participantes deste CD. 

 

As Flores de Goyá de 2012 são:

 

  • Maria Eugênia
  • Débora di Sá
  • Taís Guerino
  • Karine Serrano
  • Bel Maia
  • Bia Tavares
  • Vanessa Oliveira 

A compositora do CD e produtora do projeto:

 

  • Tainá Pompêo
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Flores de Goyá 2 - Edição Areias Aquareladas

A Edição Especial Areias Aquareladas, segunda edição do Projeto Cultural Flores de Goyá, apresenta, além dos quadros feitos em aquarela (grande marco da primeira edição do projeto), quadros feitos em areia, criando o conceito Areias Aquareladas.

 

Todos os quadros são inéditos e foram inspirados na poesia de cada canção. A delicada união das duas técnicas de pintura, em um ousado universo visual, musical e poético, ganha ainda mais vida no palco do Espetáculo Flores de Goyá.

 

O Flores de Goyá abre um espaço especial para homenagear artistas que contribuíram para a nossa cultura, deixando ensinamentos e saudades.
A artista plástica postumamente homenageada nesta edição, por meio da canção E agora, Goiandira?, é Goiandira do Couto, criadora de uma singular técnica de pintura em areia.

 

O poeta postumamente homenageado é o graqnde escritor e orador, Jerônimo Geraldo de Queiroz, que inspirou a presença de faixas especiais recitativas neste CD. Ambos os homenageados estão aqui representandos por retratos assinados por Amaury Menezes.

 

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As Flores de Goyá 2013/2014 são:


  • Nila Branco
  • Maria Eugênia
  • Grace Carvalho
  • Cláudia Vieira
  • Débora di Sá
  • Taís Guerino
  • Karine Serrano
  • Bia Tavares
  • Vanessa Oliveira
  • Honorina Barra
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 FLORES DE GOYÁ 2017 - DOS PALCOS, ÀS TELAS

O PEQUENINO FILME DARÃN-GÁ 

 


Conceituação Artístico-filosófica: Darãn-gà

 

Darãn-gá, aqui, é um mantra criado por Tainá Pompêo, que nos remete à plena harmonia existencial com os ciclos da vida, aos doces movimentos da natureza, com resignação e amor incondicional unidos à plena consciência do existir e de um evoluir altruísta.

 

Darãn-gá, ici, c’est un mantra créé par Tainá Pompêo, qui nous renvoie à la pleine harmonie existentielle avec les cycles de la vie, aux doux mouvements de la nature, avec résignation et amour inconditionnel unis à la pleine conscience de l’existence et d’une évolution altruiste.

 

O pequenino filme Darãn-gà, dirigido por Tainá Pompêo, é guiado por sua intrigante e apaixonante trilha sonora, cuja letra e melodia também são de autoria da diretora da obra, definindo uma nova orientação em sua carreira artístico-musical. Seu enredo, seguido de uma breve reflexão sobre os prismas ali propostos, contemplam um trabalho inovador em que música, drama e documentação existencial se misturam em uma única obra de breves minutos, porém com conteúdo para dias e dias de reflexão, abrindo alas aos primeiros passos do respeitado Flores de Goyá nos jardins audiovisuais.

 

Le tout petit film Darãn-gà, dirigé par Tainá Pompêo, est guidé par son intrigante et passionnante bande originale, dont les paroles et la mélodie sont aussi des œuvres de la réalisatrice, définissant une nouvelle orientation dans sa carrière artistico-musicale. Sa trame, suivie d’une brève réflexion sur les prismes proposés ici, présentent un travail innovant dans lequel la musique, le drame et la documentation existentielle se mélangent en une unique œuvre de courtes minutes, amenant néanmoins à des jours et des jours de réflexion, ouvrant les ailes aux premiers pas du respecté Flores de Goyá dans les jardins audiovisuels.

 

O projeto, que chega em versão única bilíngüe francês-português, é um convite à auto-reflexão pessoal e à meditação, através do peso semântico da poesia da canção (de intelectualidade e profundidade admiráveis), ritmada pelos movimentos da água: por vezes, tensos e angustiantes, por vezes, leves e reconfortantes como uma canção de ninar.

 

Le projet, qui arrive en version bilíngüe français-portugais, est une invitation à l’auto-réflexion et à la méditation, à travers le poids sémantique de la poésie de la chanson ( d’intellectualité et de profondité admirables), rythmée par les mouvements de l’eau : tantôt, tendus et angoissant, tantôt, légers et réconfortants comme une berceuse.

 

Em um enredo altamente psicológico e espiritualista, as sutilezas coreográficas nos remetem à constante disputa entre o ego e a consciência e o abismo profundo que, muitas vezes, deixamos existir entre eles. Cada pequeno detalhe da obra, seja nas atuações, no ballet, no cenário, ou no próprio vazio, é um convite à análise das manifestações da dualidade humana, yin e yang, ego e alter-ego, realidade e imaginação.

 

Sur une trame hautement psychologique et spiritualiste, les subtilités chorégraphiques nous ramènent à la constante dispute entre l’égo et la conscience et l’abisme profond que, souvent, nous laissons s’installer entre eux. Chaque petit détail de l’œuvre, que ce soit dans le jeu des acteurs, dans la danse, dans le décor, ou dans le propre vide, est une invitation à l’analyse des manifestations de la dualité humaine, le yin et le yang, l’égo et l’alter ego, la réalité et l’imagination... 

 

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Jovem discípula da escola francesa, Tainá já imprime, em seu primeiro trabalho como diretora, uma marca de profunda sensibilidade e pluralidade. Uma pequena narrativa musical? Um video de diálogos mudos, timbrados pelo olhar? Um mini-musical-reflexivo ou documentarial? Um vídeo plural? Um pequenino filme Darãn-gà, assim o chamamos modesta e carinhosamente: uma proposta criativa, para perfumar nosso dia com arte e esperança, mesmo em tempos tão tensos em que a atualidade atravessa.

 

Jeune disciple de l’école française, Tainá imprime déjà, dans son premier travail comme directrice, une marque de profonde sensibilité et pluralité. Une petite narration musicale ? Une vidéo de dialogues muets, timbrés par le regard ? Un mini drame musical réflexif ou documentaire? Une vidéo plurielle? Un tout petit film Darãn-gà, ainsi l’appelons nous modestement et tendrement : une proposition créative, pour parfumer notre journée d’art et d’espoir, même en cette période si tendue que l’actualité traverse. 

 

Elaborado (inacreditavelmente) em 3 semanas, o pequenino Darãn-gà mescla criatividade e delicadeza que se unem em uma aposta ousada e realista de se fazer arte com rico conteúdo cultural, plantando em nossas mentes a sementinha da reflexão. 

 

Élaboré (incroyablement) en 3 semaines, le tout petit Darãn-gà mêle créativité et délicatesse qui s’unissent en un pari osé et réaliste de faire de l’art avec un riche contenu culturel, plantant dans notre esprit la petite graine de la réflexion.

 


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Como sempre em seus trabalhos, a jovem não abre mão de atiçar o senso crítico do público, levando mensagens de altruísmo social e respeito à natureza. Não à toa, seu público sempre deixa os palcos dos espetáculos Flores de Goyá, com os olhos brilhantes em lágrimas de emoção. Agora, os palcos viram tela. 

 

Comme toujours dans ses travaux, la jeune artiste n’hésite pas à attiser le sens critique du public, apportant des messages d’altruisme social et respect de la nature. Ce n’est pas pour rien que le public laisse toujours les scènes des spectacles de Flores de Goyá, avec les yeux brillants de larmes d’émotion. Maintenant, les scènes sont devenues toile. 

 

Se pudéssemos, tempos após nossa partida, revisitar o cenário onde vivemos a maior parte de nossa vida, no qual tomamos as decisões mais difíceis, e, também, onde elaboramos os sonhos mais mágicos... Teríamos orgulho de como assumimos nosso compromisso com a existência?

 

Si nous pouvions, un certain temps après notre départ, revisiter le décor où nous avons vécu la plus grande partie de notre vie, dans lequel nous avons pris les décisions les plus difficiles, et, aussi, où nous avons élaboré les rêves les plus magiques... Serions-nous fiers de la façon dont nous avons assumé notre compromis avec l’existence ? 

 

Será que teríamos orgulho de nós mesmos, enquanto seres humanos acolhidos em um planeta tão generoso?

 

Est-ce que nous serions fiers de nous-mêmes, comme êtres humains accueillis sur une planète si généreuse ?

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Pois bem... é esta a oportunidade que é dada à personagem Vó Ar nesta bela obra, entoada pela doce voz de Bebel Roriz, o flutuante violão de Marcelo Barra e na hipnotizante coreografia de Valeska Gonçalves.

 

Alors... c’est cette opportunité qui est donnée au personnage Vó Ar   dans cette belle œuvre, entonnée par la douce voix de Bebel Roriz, la fluctuante guitare de Marcelo Barra et dans l’hypnotisante chorégraphie de Valeska Gonçalves. 

 

Em cada canto deste cenário, uma lembrança real ou um sonho que nunca existiu? Uma parte dela que ali ficou, ou uma máscara que ela usou por pressões sociais? Um membro da família que ali está ou apenas uma doce memória?

 

En chaque recoin de ce décor, un souvenir réel ou un rêve qui n’a jamais existé ? Une partie d’elle qui est restée là, ou un masque qu’elle a utilisé par pression sociale ? Un membre de la famille qui est là ou juste une douce mémoire ? 

 

São alguns minutos, com cargas eternas de reflexão. Rever uma, duas, três vezes serão poucas para se captar cada prisma tão sabiamente ali proposto.

 

Ce sont quelques minutes, chargées d’une éternelle réflexion. Les revoir une, deux, trois fois sera peu pour capter chaque prisme si savamment proposé ici.

 

Obrigada Tainá, precisamos de jovens ousadas, criativas e, acima de tudo, comprometidas com que o bem que devemos plantar para a chegada das gerações seguintes neste planeta que tanto nos oferece. É hora! Assim, refletimos... 

 

Merci Tainá, nous avons besoin de jeunes qui osent, créatifs et au-delà de tout, impliqués avec le bien que nous devons planter pour l’arrivée des générations futures sur cette planète qui nous offre tant. Il est grand temps ! Ainsi, réfléchissons... 


 

 Projeto Audio-visual Bilingue (português-francês) Projet audiovisuel bilingue (portugais-français) 

 O Pequenino Filme Daràn-gà

Le tout petit film Darãn-Gà 

   
 Direção Réalisation

Tainá Pompêo

Tainá Pompêo

   
 Trilha Sonora  Bande Originale

 Música Original - Darãn-gà 

Musique Originale - Darãn-gà 

   
 Composição (letra/melodia)  Composition (paroles/musique)
 Tainá Pompêo  Tainá Pompêo
   
 Participação Especial Violão  Participation spéciale à la guitare

 Marcelo Barra

Marcelo Barra 
   
 Cello  Violoncelle

 Felipe Marciano

 Felipe Marciano
   
 Idealização, Direção Artística, Conceituação Artístico-Filosófica  Idéalisation, Direction Artistique, Conceptualisation Artistico-Philosophique

 Tainá Pompêo

Tainá Pompêo 
   
 Direção de Fotografia  Direction de Photographie

 Gean Toni

Gean Toni 
   
 Coreografia  Chorégraphie

 Valeska Gonçalves

Valeska Gonçalves 
   
 Intéprete Voz  Interprète Voix

 Bebel Roriz

 Bebel Roriz
   
 Bailarinas  Danseuses
 Jackeline Leal  Jackeline Leal
 Valeska Gonçalves  Valeska Gonçalves
   
 Roteiro, Montagem, Conceito, Cenário e Figurino Scénario, Montage, Concept, Décor et Costumes
Tainá Pompêo  Tainá Pompêo
   
Este projeto é uma Realização Flores de Goyá®, com o apoio de Diverso Filmes.   Ce Projet est une réalisation Flores de Goyá®, avec l’appui de Diverso Filmes.
Tradução: Laurence Lalloué