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Canções Aquareladas

Fisionomia

Letra/Melodia: Tainá Pompêo

Na voz de: Nila Branco

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Chamas do Riso

Letra/Melodia: Tainá Pompêo

Na voz de: Maria Eugênia

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Cara ou Coroa

Letra/Melodia: Tainá Pompêo

Na voz de: Vanessa Oliveira

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Bailarina

Letra/Melodia: Tainá Pompêo

Na voz de: Débora di Sá

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Borracha de Papel

Letra/Melodia: Tainá Pompêo

Na voz de: Nila Branco

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(me) Parece

Letra/Melodia: Tainá Pompêo

Na voz de: Vanessa Oliveira

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Dúbio

Letra/Melodia: Tainá Pompêo

Na voz de: Maria Eugênia

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Só não quero

Letra/Melodia: Tainá Pompêo

Na voz de: Bia Tavares

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Os dias mais felizes

Letra/Melodia: Tainá Pompêo

Na voz de: Cláudia Vieira

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(in) veja

Letra/Melodia: Tainá Pompêo

Na voz de: Karine Serrano

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Areia-xé

Letra/Melodia: Tainá Pompêo

Na voz de: Larissa Moura

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Areias Aquareladas

Letra/Melodia: Tainá Pompêo

Na voz de: Maria Eugênia, Claudia Vieira, Nila Branco

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E agora, Goiandira?

Letra/Melodia: Poema de José Mendonça Teles. Melodia, Adaptação e Forma: Tainá Pompêo

Na voz de: Taís Guerino

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E agora, Poeta?

Letra/Melodia: Poema de Jerônimo Geraldo de Queiroz. Fundo Musical: Pe d´Água (Melodia de Tainá Pompêo)

Na voz de: Honorina Barra

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Fisionomia

Chamas do Riso

Cara ou Coroa

Bailarina

Borracha de Papel

(me) Parece

Dúbio

Só não quero

Os dias mais felizes

(in) veja

Areia-xé

Areias Aquareladas

E agora, Goiandira?

Participação Especial 

TomChris

José Mendonça Teles

E agora, Poeta?

Fisionomia

Não

que eu não me lembre ao certo

assim de perto; quem é você?

Quem?

Sim

talvez naquele dia, um vulto

minha fisionomiate

fez querer... lembrar alguém

 

Mas se vale,

vale a pena, eu sei

Não se cale

eu errei

 

Veja o tempo, olha o que ele faz

Te conheço desde agora mesmo

e já não tem volta

Você faz falta - agora eu vejo

um Nós...

 

Não me olhe assim tão tensa

perdoe minha indiferença 

Já faz parte do meu mundo

te amo - há mais de um segundo

A sós...

Chamas do Riso

Eu fui

toda a dor que rasgou a alma

Chorei 

cada grito que a calma 

acalma

Perdi o pôr do sol

fiquei sem ar

Voz rouca risca o chão!

faz delirar...

 

Quanta eloquência!

quanto ardor

rasga um segundo só,

quanto do tempo que restou

vira meu mundo 

em pó?

Quanto de tudo que eu não disse,

quanto eu não fiz!?

Quanto de todos que deixei pra te ver feliz?

 

Ouvi

o silêncio que queima a noite

Brisa sopra o perdão...

Chamas do riso

em linhas tortas

Cinzas do choro

fecham as portas

 

Tanto

tão pouco foi.

Tempo demais!

Tanto a vida leva

mas já não traz.

Cara ou Coroa

Eu vim de longe

deixei meus passos molhados por aí

Escalei montes no calor do inverno

e como me diverti

Tomei uma dose de vida com whisky

tropecei na pressa do amor

As cicatrizes hoje são minhas amantes

Para que eu não me esqueça da dor

 

Cara ou coroa?

Como você me quer!?

Tão fina flor,

mas posso ter espinhos se te convier...

Não me provoque

com esse seu olhar de desdém

Já estou sabendo,

você não consegue pensar em 

mais ninguém

 

Ê, menina, não brinque 

com fogo comigo

Se faz de difícil, desvio o olhar, 

me abre um sorriso

Por favor, não me olhe assim!

Menina, só não se apaixone 

por mim...

Eu vim da contravenção

posso partir um coração

sem remorso ou pudor

Não me olhe assim, por favor!

 

Vento que venta cá, venta lá

Notícia corre e, com ela,

o sangue na veia

Não se iluda comigo

minha fama é não me abalar 

muito com a vida alheia.

Bailarina

Na ponta dos pés surge (ela!) e, giros lentos,

ecos na madeira desenham seus movimentos,

Vendaval de cores soprando seus cabelos,

saltos com capricho, voa! Cheia de zelos!

 

E vem, assim...

 

Um filão de luz se agita na ribalta

esboça uma ribeira por onde ela salta

e voa essa menina! Em versos verde e azul,

sua sombra no voile imita um corpo nu.

 

E vem, assim...

seu baile em perfume alecrim

Assim!

 

Ah, pra que tanta beleza?

Veja! Ela se move com leve destreza,

flutua como uma pena...

(Ah! Que pena de mim...)

Sonho como uma criança

ah se eu pudera... entrar na sua dança,

quebraria seu desdém, assim de perto?

Mas pra você não sou ninguém,

não mais que um vulto in-cer-to.

 

Olhares curiosos, todos encantados.

Como eu, parecem estar apaixonados!

Na fração de um suspiro, desvio meu olhar...

Será que ela me viu?! Seus olhos de avelã..

 

E vem, assim..

Só não se esqueça de mim

Assim!

Borracha de Papel

Cor que risca um quadro de giz

(eu choro)

Lembro como aqui fui feliz

(demoro)

Levo uma pétala perfumada comigo!

 

Olhares travessos discretos

(tão lindos!) 

Planos absurdos perfeitos

(sorrisos)

Versos singelos numa borracha de papel...

 

Naná nana-na

Naná nana-na - (só você e eu)

Naná nana-na - sonhos no papel

Naná nana-na - (só você e eu!)

(me) Parece

Desaprendi a ser quem sou 

Já não sei andar sozinho

Em becos confusos escuros

encontro rastros rasgados 

do seu caminho

 

Bebo cores doces engarrafadas

em mesas de bar

e quantad fisionomias desajeitadas

tentam me encarar

 

Pare, não repare, não se cale

fale logo tudo sem me embromar

Chega de dar voltas, não sou do seu mundo

mas posso entrar

 

Paro, te reparo e se me calo 

coro de vergonha, tento esconder

Parece que estou querendo 

me apaixonar por você

Dúbio

Fala sério, me poupe do mero, eu não te venero.

Sua veste não esconde o véu do seu verbo.

Não quero, não quero a verdade velar.

Francamente, o fato barato não esconde o ato

febril,

a faísca fajuta de fogo pra cá,

vil ouro pra lá.

 

Disartria, disbasia, malemolência dessa dinastia,

Seria demênsia!?

Que ânsia, que ânsia!

Idólatras mascarados de verde e amarelo

nào quero, não quero!

Não calo, eu falo!!!

Sou contra-alísio, podre ganância!

 

Fala sério, me poupe do mero, eu não te venero.

Sua veste não esconde o véu do seu verbo.

nào vendo, não voto, não quero ilar.

Só não quero

Hum, hum, hum... é que eu não quero falar

Hum, hum, hum... eu só quero falar

 

Eu sei, vi quando eles se tocaram

assim com medo, pensei, ainda é cedo

Eu vi, sim, eles se beijaram aqui

tão de repente, tão bem na minha frente, eu vi!

 

E chorei... eu só não quero lembrar,

como eu sei... melhor é deixar pra lá.

 

Bem no fundo eu já sabia

que terminaria assim,

ele nem sequer gostava de si mesmo,

alto lá gostar de mim...

Os dias mais felizes

Posso te contar por onde andei

foram os dias mais felizes de minha vida

Por entre as pedras, grãos de areias,

por entre azuis, seus olhos

quebram as águas tão geladas

..um sorriso!

 

Em certos instantes me perguntei

se realmente existem sonhos impossíveis

Ver sua pele e meu lado,

ter seu perfume em mim

Por tanto tempo eu sonhei com algo assim!

 

Risos rosados, lágrimas de emoção

Rostos corados gelam as mãos

Risos, mais risos e risos

Só. Risos são.

 

Hoje você passa e já não me vê

tem a seu lado a garota mais feliz do mundo

Ah, como eu sei o que ela sente

é, como eu sei!

Ah, como o ar já não respira em mim..

(in) veja

Não dizem!? Digo eu.

Se choram, que por amor.

No pouco vi o infinito

no muito, infinita dor.

Tão ricos, almas vazias.

Tão pobres, a compaixão!

Eu vi os pés descalços

a sola da fé nas mãos.


Caminhos que andei

as flores que plantei

açúcar na ferida,

sal, eu não deixei.

Só pena dos que sofrem

se sorriem os meus:

a alma que se eleva!

A paz que Deus me deu.

 

Vá, desenhe as cores, vá sem medo,

vá, nota por nota, ainda é cedo!

E se te copia a inveja por aí,

não se importe, a vida é pra sorrir.

Mas se te copia a inveja por aí,

não deixe de se divertir...

 

Corrente, só do bem!

O elo que nos une...

não fale de ninguém

é a arte que nos mune.

Quem se veste de preto

Ele há de iluminar,a nossa cor é outra... (veja bem)

O bem tem seu lugar!

Areia-xé

Corre, menina! É praia!

Areia quente queima os pés (pula, pula!)

água gelada, não dá pra ficar parada

cai no mar, cai na folia...

(que não é todo dia)

 

Solta essa canga, dexa a "bossa",

deixa o samba

e vem com a gente

Quebre sua tradição, nossa festa é diferente

gota de neve na areia - fere!

(sinta esse sol na pele)

 

Bate-que-bate, no derba-ki

(bat-ke-bat)

Bate-que-bate no derbaki, SOM!

Bate-que-bate, no derbaki

(bat-ke-bat)

Bate-que-bate no derbaki, VEM!

 

Solta essa canga, deixa a "bossa",

deixa o samba

e vem com a gente

Quebre sua tradição, nossa festa é diferente

gota de neve na areia - fere!

(e sinta o sol na pele)

Areias Aquareladas

Grãos

de todas as cores

Vão

moldando sabores

Vêm

abrindo caminhos

Quem

me viu tão sozinho?

 

Luz

me mostra o relevo

Luz

seduz o meu medo

Vem

areia que escorre e 

Rasga

o branco que corre

de mim..

 

E vem 

paisagem minha,

me traz 

o meu Goyá..

Na areia, 

um mar de cores,

na voz de suas FLORES!

E agora, Goiandira?

E agora, Goiandira,

como deter a emoção

que bambeia minhas

pernas,

neste enorme casarão?

 

Que mistério empurra

meus dedos nesta caneta que escreve

e me leva até você,

buscando seus segredos

as areias coloridas

jogadas nas telas da emoção

e nas janelas da vida?

 

E agora, Goiandira,+

quando a vejo neste

templo 

da história,

fazendo arte,

construindo sonhos,

pergunto a mim 

mesmo

o que seria do mundo 

se não existisse Goiandira,

se não existissem

esses quadros,

seu amor à terra,

à sua gente e à

própria história

que você registra no livro da memória?

 

E agora, Goiandira,

você que é verso,

você que é lira,

poesia profunda

que expõe suas telas

e toda emoção

nas paredes do mundo

como fica o poeta,

o amigo de sempre

do coração?

 

Fica aqui, Goiandira,

de braços abertos

num abraço de paz:

– A homenagem maior

À maior das mulheres

desse nosso Goiás!

 

(Escrito no supetão da emoção, na casa de Goiandira do Couto, da cidade de Goiás, no dia 5 de setembro de 1998)

E agora, Poeta?

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Fisionomia

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Chamas do Riso

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Cara ou Coroa

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Bailarina

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Borracha de Papel

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(me) Parece

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Dúbio

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Só não quero

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Os dias mais felizes

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(in) veja

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Areia-xé

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Areias Aquareladas

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E agora, Goiandira?

E agora, Poeta?

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