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Maria Eugênia

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Maria Eugênia canta:

Pé d'Água

letra/melodia: Tainá Pompêo

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Despedida

letra/melodia: Tainá Pompêo

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Chamas do Riso

letra/melodia: Tainá Pompêo

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Dúbio

letra/melodia: Tainá Pompêo

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Areias Aquareladas

letra/melodia: Tainá Pompêo

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Fotos:

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Sobre Maria Eugênia:

Perfil

Maria Eugênia é daquelas belas e gratas surpresas, com as quais raramente temos o prazer de nos deparar. Dona de uma voz doce, jeito tranqüilo e olhar encantador, esta goiana possui atributos mais que suficientes para cair ainda mais no gosto dos amantes da boa música brasileira. 

 

Maria Eugênia se formou em música e estudou piano, mas a participação em um concurso de canto, para desafiar a timidez, foi o que a impulsionou a seguir carreira como cantora. No começo, interpretava canções de conhecidos letristas e logo vieram as músicas compostas especialmente para ela. 

 

A qualidade de sua interpretação é um capítulo à parte, tendo sido este o motivo dos diversos convites que recebeu para interpretar obras de grandes nomes da nossa música.

 

“Cantriz”. Esta talvez seja uma boa maneira de definir Maria Eugênia. Seus álbuns revelam já, é certo, a potência, beleza e maturidade técnica de sua voz. Mostram também, todavia, a impossibilidade de se lhe atribuir apenas um ou outro adjetivo: graciosa, agressiva, ingênua, sedutora, matreira ou o que seja, todos eles se revezam para dar contorno à personalidade de cada canção por ela interpretada. 

 

O trocadilho “o que os olhos vêem o coração sente” explica a experiência única de, mais que ouvir, assistir Maria Eugênia, vendo sua voz vestir as músicas que encarna. 

 

Carreira

Maria Eugênia vive um grande momento em sua trajetória. É a voz que canta Companheiro, música que foi tema de abertura da novela Araguaia, e gravou recentemente o programa Som Brasil com músicas de Chico Buarque, ambos exibidos pela Rede Globo. Além disso, acaba de gravar seu segundo DVD, Coisa Musical, e está lançando o nono CD solo, Viver e Sorrir.

 

Mas apesar de ter estourado nacionalmente com a canção- tema da novela Araguaia, a cantora já percorreu uma longa jornada em sua carreira: está há 20 anos na estrada. São nove CDs solo na bagagem, outros quatro gravados com parceiros e dois DVDs.

 

Embora reconhecida por sua profunda ligação com sua terra natal, a diversidade musical brasileira é algo que sempre esteve presente em seu trabalho. Maria Eugênia passeia com maestria por estilos que vão dos sambas de Noel Rosa e Paulinho da Viola à bossa nova de Jobim e Vinícius, além de clássicos que perpassam o sertanejo, o baião e a MPB. 

 

“Não sei definir meu estilo. Para mim tem música boa e música que não é tão boa, mas também acho que isso é bem relativo. Eu canto muito melhor com um texto que eu gosto e que me convence. Apesar de ser musicista, eu parto muito do que eu tenho a dizer, pois meu instrumento é a palavra”. Quanto às suas referências, ela acrescenta: “tenho a sorte de admirar grandes amigos, como Altay Veloso, João Caetano e Juraíldes da Cruz. Eu queria cantar todas as músicas de Chico Buarque, adoro ver no palco Ney Matogrosso e Maria Betânia. É incrível como a voz é um instrumento maravilhoso e como há tantos timbres de qualidades diferentes”. 

 

Intérprete de voz suave e segura,Maria Eugênia iniciou sua carreira cantando na noite goiana e lançou seu primeiro disco-solo, Maria Eugênia, em 1992. De lá pra cá, a “voz de Goiás”, como é chamada pelo diretor da novela global, Marcos Schechtman, já fez diversos shows no Brasil, Portugal, Espanha, Alemanha e Áustria. Como integrante do grupo Solo Brasil, apresentou-se em mais de 20 países, além de ter recebido o título de Oficial da Ordem do Rio Branco, concedido pelo Itamaraty pelos serviços prestados ao Brasil no exterior. 

 

A artista agora planeja alçar voos mais altos, e acredita que é possível dar maior capilaridade ao seu trabalho. “É impressionante a visibilidade de uma abertura da novela da Globo, mas é óbvio também que eu tenho que saber aproveitar ao máximo a oportunidade. Estou trabalhando muito, sei que há muita gente boa em busca de espaço”, diz. “Fundamental na minha opinião, para o artista, é estar sempre atento para o novo. No dia em que eu me sentir “pronta” eu estarei morta. Preciso sempre estar entusiasmada com algum projeto e disposta a melhorar. Só me preocupo em fazer melhor do que eu mesma já fiz”.

 

Discografia:

 

  • Coisa Musical – 2011
  • Maria.com – 2011
  • Viver e Sorrir – 2010
  • O samba me diz – 2009
  • Alma leve – 2006
  • Maria Eugênia ao vivo – 2005
  • Maria – 2003
  • Solo Brasil – 2002
  • Jeito de olhar – 1999
  • Pindorama – 1996
  • Dois gumes – 1994
  • Maria Eugênia – 1992

Informações disponibilizadas pelo próprio artista e/ou sua produção.