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Bel Maia

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Bel Maia canta:

Moça-iá

letra/melodia: Tainá Pompêo

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Fotos:

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Sobre Bel Maia:

Perfil

“Bel Maia tem como influências não apenas a música feita e típica de Goiás, mas também a música mineira, música africana, música modal, o jazz e world music. Tudo isso torna o seu trabalho diferenciado, desde a escolha dos instrumentos, repertório e elaboração de arranjos sofisticados. Seu trabalho é acima de tudo pessoal, apesar de ter influência de várias manifestações culturais, Bel Maia consegue uma identidade bastante peculiar.
Tem 3 CDs autorais gravados (“Rumo Certo”, “Novo dia”, “Água no Balde” e um DVD gravado ao vivo em estúdio ( DVD Bel Maia). Seu último trabalho ”Água no Balde” foi gravado em Salvador e Goiânia, com direito a apresentação de Gilberto Gil e participação especial de Junior Marvin (the Wailers), tem produção de Marcelo Maia e coprodução de Gustavo Di Dalva(percussionista – Gilberto Gil). Seus CDs estão sendo vendidos no Japão, na Alemanha e nos Estados Unidos. Há informação de que já foram ouvidos em diversos países da África Austral, na Suíça, na Austrália, na Coréia do Sul e em todos os países da América do Sul.
Bel é uma artista que vive descobrindo e conquistando os espaços onde possa criar e se expressar. Gosta de compor e de cantar; funde ritmos e estilos para comportarem o que ela quer dizer.

Em 2009, sua música “Na Rede”foi lançada nos Estados Unidos em uma compilação de bossa nova ( I Love Bossa), pelo DJ Seduce, de New York.”
Participou de 3 edições do Projeto Vozes de Goiás –SESC( 2008/2009/2010); das 5 edições do Projeto Goiânia Canto de Ouro(2008/2009/2010/2011/2012), do Canto da Primavera (2004/2006/2008/2010); SEBRAE(2007); Executiva in Concert(2006); Revirada Cultural (2010/2011), gravou com o cantor João Caetano uma faixa do CD Duetos (2009), participou do CD Compositores dos Anos 70 (2007), participou no CD de Juraildes da Cruz (2011), abriu show do cantor Ivan Lins no Canecão-RJ (2002);etc.

 

Depoimento Gilberto Gil:

A voz dependurada num galho não tão alto da árvore sonora está ao alcance fácil dos nossos dedos-ouvidos. Ela canta pra gente ali do batente do meio, sem que seja preciso subir toda a escada que leva ao topo das canções. Não carece que a gente estique o pescoço da atenção para alcançá-la lá no fundo do quintal de doces batuques armados nas barraquinhas de festa.
Os músicos se divertem com tambores, cordas, teclas e cornetas, como de brinquedo, reproduzindo, com inocente desenvoltura e elegância, a simplicidade das chulas e rojões que nos transportam para as praças do interior. Usam toda a cultura que lhes deram os cânones do pop e do jazz.
As composições são mais alguns novos vagões engatados nesse trem interminável da canção popular brasileira. Correm pelos trilhos dessa rede da MPB, cujas estações vão se sucedendo – sambas, bossas, xotes, reggaes – sem que se tenha ideia de onde tudo isso vai parar. Aliás, não é mesmo para parar.
Deixem este disco correr ligeiro por aí.
Gilberto Gil 

Informações disponibilizadas pelo próprio artista e/ou sua produção.